O Eriberto, na entrevista de ontem no Programa "Sem Censura" que passa na TVE, disse, dentre outras coisas do seu projeto sobre desmascarar a verdadeira história do Jim.
Como todos sabemos, Jim, cansado da vida dopante das drogas, abandonou o The Doors, Los Angeles e se mandou pra Paris pra se dedicar à escrita de roteiros de cinema, curso no qual ele se formou, sem nunca, portanto, ter abandonado o alcolismo.
O que Eriberto acrescentou é que depois de inúmeras pesquisas, o que ocorreu foi o seguinte: A Pam era viciadona em heroína e Jim saiu pra comprar pra ela, teve uma recaída, se entupiu de cocaína e bebida e seus amigos se cagaram de medo de levar ele pro hospital e ele morreu.
The End.
O triste é que as pessoas se espelham no que ele mesmo abominou no fim de sua vida. Pois é, até Jim Morrison se ligou que essa vida NÃO DAVA! E tentou fugir dela...pena que não conseguiu. E todo mundo que me conhece sabe que eu não consigo escutar mais do que três músicas seguidas do The Doors que eu durmo, mas não é que eu não goste, isoladamente eu gosto, eu só não aguento escutar demais, é viagem demais que me causa sonolência. Mas do Jim, em especial, pessoa, eu sempre gostei. Quanto às especulações sobre a morte dele...whatever...o que importa é que o cara tentou sair, tentou evoluir, sair da merda, pelo menos ele tentou e se fudeu na recaída. É nisso que as pessoas deviam se espelhar...se não fosse a recaída, ele poderia estar aqui até hoje e ter nos dado mais 6556659256 presentes.
Só uma curiosidade: "On the Road" de Jack Kerouac influenciou várias celebridades. Reza a lenda que Jim Morrison fundou o The Doors após essa leitura.
"If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is, infinite."
[William Blake, "The Marriage of Heaven and Hell" (L)].
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